O que era para ser uma brincadeira, acabou em sexo, ao vivo, em programa de TV


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Lembra-se daquela brincadeira de criança, “beijo, abraço ou aperto de mão”? Uma
enquete humorística criada pelo trio de Youtubers The Kloons (formado por Mitch
Lewis. Greg Washburn. Nik Kazoura) seguia mais ou menos a mesma ideia, apenas
ligeiramente modificada. Representando um programa de namoros cujo nome, em
português, poderia ser traduzido como F* Case Mate (provavelmente, o nome foi
inspirado no reality show britânico chamado Snog Marry Avoid, algo como Beije
Case Evite), uma participante escondida atrás de uma cortina fazia perguntas
para três participantes do sexo masculino para
escolher com qual deles ela faria sexo. 

Bom, depois de ter
escolhido seu príncipe encantado, eles não perderam tempo, despindo-se e “mandando
ver” no chão do “estúdio” e em pleno ar mesmo para delírio da plateia, que
incentivava. Depois, de ter cumprido a parte do f*, a moça tem que escolher um
dos dois candidatos restantes para casar. Depois de fazê-lo, ela se casa com o
escolhido vestindo apenas um véu de noiva. E, por último, completando a trindade
de atividades proposta no nome da atração, ela tem que matar o candidato
restante e opta por fazer de um jeito “limpo e simples”: atirando na cabeça do
candidato, que se postara no chão de joelhos com as mãos na cabeça, esperando a
“execução”.

 

O vídeo, com a explicação “um dolor
oso comentário sobre o estado do
entretenimento americano” conseguiu mais de 1,6 milhão de vídeos e quase 2000
comentários em 4 meses e provocou polêmica no Youtube. Enquanto alguns acham a
sátira da televisão americana com seus reality shows de relacionamentos muito
bem bolada, outros acham a coisa toda de mau gosto e apelativa – e alguns ainda
perguntaram se o candidato foi realmente executado. Esta não é nem a primeira
nem a última sátira do grupo de artistas, que definem seus vídeos como “brincalhonamente
instigadores de pensamento”. 

Em um vídeo adicionado ao site de compartilhamento de vídeos no mês passado,
chamado “Todos Comerciais Já (Feitos)”, o ator vendendo um produto genérico
chamado “brand” (marca) faz tarefas ao redor de sua casa, cercado por sua
família (uma brincadeira com as propagandas que usam famílias vivendo seus
cotidianos—tomando café da manhã ou preparando um almoço, por exemplo) garante
ao telespectador que a companhia o entende e está do seu lado e por isso o
telespectador deveria dar-lhe dinheiro e esperar que o produto ou serviço lhe dê
felicidade duradoura o pelo menos o distraia da sensação de estar perdendo algo.
A propaganda termina com um narrador enunciando um texto que aparece também
escrito na tela: “Brand Dê-nos seu dinheiro e nós lhe daremos uma distração
temporária de sua vida sem sentido”. Enfim, uma crítica ao consumismo
bem-humorada e sem ranço de diretório acadêmico.


Fonte; Br.BlastingNEws 

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